Olho pra mim mesmo, me procuro e não encontro nada
Sou um pobre resto de esperança à beira de uma estrada
“Gostava de conversar com gente estranha, tinha paciência para ouvir a história de vida da cozinheira e do porteiro, e de quanto mais longe eles vinham, mais ela prestava atenção. Apreciava de verdade as pessoas que abraçavam sua própria origem e que se divertiam com o próprio destino. E os homens da sua vida passaram ligeiro mas deixaram lembranças e inspiração para boas piadas, que ela criou depois, sozinha, quando já não se lastimava.”
— Selma e Sinatra, Martha Medeiros







